Que jornalismo de proximidade?

Twitter e/ou Facebook? Que potencialidades têm para os média/jornalistas locais e regionais? Integram as suas rotinas de produção noticiosa? Que aproveitamento fazem dela(s)? Que relacionamento com os utilizadores?

PS: Estas são algumas das questões relacionadas com um estudo – a decorrer – sobre o uso das redes sociais – caso Twitter – por parte dos principais títulos de imprensa regional em Portugal.

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2 responses to “Que jornalismo de proximidade?

  1. Os jornais estarem nas redes sociais, acho que é bom.Mas como é que vivem os jornais, senão existir remoneração ou contrapartidas ao trabalho feito.
    Os jornais não lavam dinheiro, por isso é necessário que sejam pagos os conteúdos.

  2. Pedro Jerónimo

    Caro Joaquim, a questão é que se não os disponibiliza gratuitamente, os leitores/utilizadores vão aceder a eles em outro lugar. É a cultura de internet, onde ao longo dos anos se vao pondendo aceder a mais a mais informação, gratuitamente. As redes sociais são disso exemplo.

    Aborda, naturalmente, a principal questão ‘atormenta’ todos os responsáveis do s média – regionais aos (inter)nacionais: qual o modelo de negócio para a Internet?

    Subscrevo a ideia de alguns estudiosos que apontam a necessidade dos próprios média procurarem outras formas de promoveram a sua marca, mas também com retorno financeiro. E os jornais – com a Internet – deixaram de o ser, isto é, passaram a marcas de informação, que dispõem de vários suportes de divulgação (papel, Internet, redes móveis…).

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