Ciberjornais regionais em pousio

quem questione o relançamento do Portal Imprensa Regional, quando a generalidade das publicações já está, de uma maneira ou de outra, na rede de redes (sites, blogues, redes sociais, etc).

“Esta dinâmica da imprensa regional já bem cimentada no «mundo online» poderá colocar alguns desafios ao projecto, desafiando o seu conceito, a sua utilidade e, mesmo, a sua existência.”

Porém, estar não é o mesmo que trabalhar. Veja-se, a título de exemplo, as publicações que aderiram ao Portal. Umas não têm qualquer conteúdo noticioso, outras há muito que deixaram de cultivar (ou nunca o fizeram), jornalísticamente falando, aqueles espaços. Mas não são as aderentes casos únicos. Há por aí muito ciberjornal regional em pousio.

Contrariar essa(s) realidade(s) significa apostar na produção. E para isso são necessários produtores, isto é, jornalistas (realidade que nem sempre se verifica nas redacções destas publicações). Já se há interesse ou possibilidades para os ter, será outra discussão (em todo o caso, jornais sem jornalistas mais parece um parodoxo).

Se há intenção do Governo de apoiar as publicações regionais e locais ao nível de competências tecnológicas, o que será preferível: 1) disponibilizar-lhes plataformas ou 2) ensiná-las a rentabilizar esses espaços?

Concluo-o com mais uma questão: fará sentido que num mesmo território (distrito, p.e.) existam vários ciberjornais assumidamente regionais?

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